H1N1

19/03/2012 – Atualizado em 31/10/2022 – 8:50am

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou o primeiro caso da gripe A (H1N1) este ano na Paraíba. O paciente de 52 anos mora em Guarabira e foi internado no Complexo Hospitalar Clementino Fraga, na capital, no último dia 8 de março. O resultado do exame do Instituto Evandro Chagas, no estado do Pará, com a confirmação do diagnóstico chegou na última sexta-feira (16), segundo a gerente executiva de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Júlia Vaz.

O paciente chegou na unidade médica com febre, dor de garganta, tosse e síndrome respiratória aguda grave. De acordo com Júlia Vaz, “o médico que o atendeu suspeitou da doença porque o paciente não tinha histórico de doenças respiratórias na família e também por causa dos surtos que tem acontecido em estados próximos, como Ceará e Rio Grande do Norte”, disse.

Segundo informações da gerente de vigilância em saúde, a secretária notificou todos os municípios para que seja reforçada a atenção e os trabalhos de prevenção em relação à doença. No estado, os hospitais de referência para tratamento da doença são o Hospital Universitário Lauro Wanderley e o Clementino Fraga.

O tratamento da H1N1 é feito com um medicamento chamado Tamiflu. Júlia Vaz comentou ainda que os hospitias que não tiverem o remédio em estoque podem procurar a gerência de Vigilância em Saúde da Paraíba que há estoque disponível. Segundo ela, “o ideal é que o prazo entre a suspeita da doença e a aplicação do Tamiflu seja até 48h. Mas isso é o ideal, ele deve ser aplicado sempre”, comentou.

A gerente de vigilância disse ainda que o paciente já foi liberado e passa bem. “Por enquanto não há suspeita de novos casos. Inclusive o período para que a doença se manifestasse entre os parentes e outras pessoas que convivem com o paciente já passou. Mas é importante ficar alerta porque o vírus está circulando”, explicou Júlia Vaz.

Para evitar a contaminação com a gripe H1N1 a gerência de vigilância em Saúde sugere alguns cuidados simples que devem ser adotados no dia-a-dia, a exemplo de: reforçar o cuidado com a higiene pessoal e lavagem das mãos na hora da alimentação; proteger boca e nariz durante uma tosse ou espirro; além de não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e toalhas.